E D#m5-/7 G#7/9- C#m C#m7+ C#m7 E7
Alguma coisa acontece no meu coragco
A C#7 F#m
Que ss quando cruza a Ipiranga e Av. Sco Joco
B7 C: C#m
I que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
F#7/9
Da dura poesia concreta de tuas esquinas
F#m B7
Da deselegbncia discreta de tuas meninas
E E7
Ainda nco havia para mim Rita Lee
A7+ A#:
A tua mais completa tradugco
E/B C#5+/7 F#m7/9 B7/13 G#7/9+ C#5+/7
Alguma coisa acontece no meu coragco
F#m7/9 B5+/7 B7 E B5+/7
Que ss quando cruza a Ipiranga e a Avenida Sco Joco
E D#m5-/7 G#7/9- C#m C#m7+ C#m7 E7
Quando eu te encarei frente a frente e nco vi o meu rosto
A C#7 F#m
Chamei de mau gosto o que vi de mau gosto, mau gosto
B7 C: C#m
I que Narciso acha feio o que nco i espelho
F#7/9
E a mente apavora o que ainda nco i mesmo velho
F#m B7
Nada do que nco era antes quando nco somos mutantes
E E7 A7+
E foste um difmcil comego, afasto o que nco conhego
A#:
E quem vem de outro sonho feliz de cidade
E/B C#5+/7 F#m7/9 B7/13 G#7/9+ C#5+/7
Aprende depressa a chamar-te de realidade
F#m7/9 B5+/7 B7 E B5+/7
Porque is o avesso do avesso do avesso o avesso
E D#m5-/7 G#7/9- C#m C#m7+ C#m7 E7
Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas
A C#7 F#m
Da forga da grana que ergue e destrsi coisas belas
B7 C: C#m
Da feia fumaga que sobe apagando as estrelas
F#7/9
Eu vejo surgir teus poetas de Campos e espagos
F#m B7
Tuas oficinas de florestas, teus deuses da chuva
E E7 A7+
Pan Amiricas de Africas utspicas tzmulo do samba
A#:
Mais possmvel novo quilombo de Zumbi
E/B C#5+/7 F#m7/9 B7/13 G#7/9+ C#5+/7
E os novos baianos passeiam na tua garoa
F#m7/9 B5+/7 B7 E6/9
E novos baianos te podem curtir numa boa




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